Crítica: Fudoh: The New Generation (極道戦国志 不動) [1996]

Ah… Takashi Miike, bons tempos os que ele lançava seus trabalhos para o V-Cinema, que eram os filmes lançados direto em VHS, no mesmo ano que Fudoh chegou ao Home Video no Japão, ele lançou outros cinco filmes, lançar CINCO filmes no mesmo ano é algo que se tornaria comum pro diretor. Seus filmes sempre continham ultraviolência e bizarrices que faria qualquer ser em sã consciência sentir-se incomodado. Bom, isso no início, após se familiarizar com o diretor, é normal partir pro próximo projeto e mal poder esperar pelas bizarrices pintarem na tela. Fudoh foi minha introdução ao diretor, sempre recomendo esse (e não Audition) para os marinheiros de primeira viajem quando se trata de Takashi Miike.
A trama é simples: A fim de resolver uma disputa de negócios, um líder da máfia assassina um de seus próprios filhos. O filho sobrevivente presencia tal ato e promete vingar a morte de seu irmão e organiza seu próprio grupo de assassinos para destruir a organização de seu pai. A sequência inicial do filme após os créditos iniciais, é a minha sequência favorita de toda a filmografia de Miike (espera só até ver a cena do carro ou do banheiro). É INSANO.
Fudoh foi o primeiro filme do diretor à cruzar o oceano e apresentar o seu trabalho para o público e críticos ocidentais. O filme parece ter saído de um mangá. Um monte de elementos típicos são prontamente encontrados: o Lorde do crime fresco da escola secundária, sua própria hit girl em uniforme escolar, o garoto que faz bully que é duas vezes maior que qualquer professor, pequenos gadgets que parecem ter sido emprestados pelo James Bond, etc.

Há uma série de cenas chocantes neste filme além do sangue e da violência, (dardo estou falando de você), é difícil saber qual será a reação do espectador, uns podem se impactar, outros chorar de rir, e outros podem ter um ataque cardíaco ou correr pra igreja mais próxima. Não posso comentar muito sobre essas bizarrices pois estragaria as surpresas.
O fato é que tudo isso é exatamente o que nós esperamos de Takashi Miike. Esta história não é apenas para chocar, porém, as atrocidades visuais e os personagens, embora incomuns (para não usar a palavra bizarro pela milésima vez), são profundas e têm complexas interações criando uma afinidade entre o espectador e suas personalidades “bizarras” (de novo). Mais uma vez, Takashi Miike tem se atrevido a ir onde poucos outros diretores iriam, combinando choque, horror, humor (mais do que) negro e um emocionante tom emocional de uma maneira que só ele poderia fazer, ótimo entretenimento para os amantes do extremo.

Se você manja de inglês, hoje é seu dia de sorte:

Violência: 05/05
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Nota Final: 04/05
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